terça-feira, 2 de setembro de 2008

O meu número

Você é número 3

O seu desafio é desenvolver a comunicação e a criatividade.Você é uma pessoa otimista, e tem entusiasmo pela vida. Por isso tudo você tem grande capacidade de alegrar os outros, trazer luz e disposição para eles. Você tem talentos artísticos que, associados à sua imaginação abrem as portas para o mundo do entretenimento.

Desde criança demonstra necessidade de passear, de estar ao ar livre, com outras pessoas, sempre entretido com alguma atividade. Muitas vezes se envolve com tantas tarefas ao mesmo tempo, tem tantos interesses diferentes, quer encher a sua vida de novidades, que se torna dispersivo e não consegue concentrar a sua atenção naquilo que é realmente importante. Acaba não fazendo nada a que tinha se proposto.

Você faz amigos com facilidade, é uma ótima companhia, alegre, extrovertido, popular. Você tem um grande potencial para as artes e para áreas que requerem soluções criativas. Você é um comunicador e pode expressar-se de diversas maneiras. Gosta de ter uma platéias para assistir as suas performances. Pode demorar um certo tempo para você amadurecer. Seu jeito maroto, jovial, e muitas vezes superficial demonstra uma certa imaturidade. Você atrai pessoas e oportunidades. Geralmente é uma pessoa de sorte.

No aspecto negativo do seu número você é imprudente e exagerado: fala demais, gasta demais, dá importância a futilidades e pode fugir às responsabilidades da vida. Precisa aprender a ser prático e a enfrentar a realidade. Quando você consegue direcionar bem as suas energias você é capaz de dar "asas à imaginação", fornecendo idéias incomuns como se elas surgissem de repente.


o_O

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

tão perto de mim, tão longe de tudo.

"Para muita gente, é difícil administrar tantos "eus" num único corpo. Ao
depararmo-nos com nossas contradições diárias, ficamos com a impressão
de sermos meio mascarados, pessoas de múltipla identidade, em quem não
se deve confiar. Bobagem. Ninguém é 100% uma coisa só. A contradição é o
sintoma de que você não pára de se questionar, de que reavalia
constantemente suas escolhas, de que optou pela flexibilidade e pela
renovação de intenções. Nascer e morrer sem nunca mudar de idéia é muito
monótono. Seja sempre você mesmo, mas não seja o mesmo para sempre."

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Viajar para dentro - Martha Medeiros

Os brasileiros estão viajando mais. Não só para Miami, Cancún e Nova
York, mas também para o Nordeste, Pantanal e Rio de Janeiro. Pouco
importa o destino: a verdade é que os pacotes turísticos e as passagens
mais baratas estão tirando as pessoas de casa. Muita gente lucra com
isso! como os donos de hotéis, restaurantes, locadoras de automóveis e
comércio em geral. Alguém perde? Talvez os psicanalistas. Poucas coisas
são tão terapêuticas como sair do casulo.
Enquanto os ônibus, trens e
aviões continuarem lotados, os divãs correm o risco de ficar às moscas.

Viajar não é sinônimo de férias, somente. Não basta encher o carro com
guarda-sol, cadeirinhas, isopores e travesseiros e rumarem direção a
uma praia suja e superlotada. Isso não é viajar, é veranear. Viajar é
outra coisa. Viajar é transportar-se sem muita bagagem para melhor
receber o que as andanças têm a oferecer. Viajar é despir-se de si
mesmo, dos hábitos cotidianos, das reações previsíveis, da rotina
imutável, e renascer virgem e curioso, aberto ao que lhe vai ser
ensinado. Viajar é tornar-se um desconhecido e aproveitar as vantagens
do anonimato. Viajar é olhar para dentro e desmascarar-se.

Pode acontecer em Paris ou em Trancoso, em Tóquio ou Rio Pardo. São
férias, sim, mas não só do trabalho: são férias de você. Um museu, um
mergulho, um rosto novo, um sabor diferente, uma caminhada solitária,
tudo vira escola. Desacompanhado, ou com um amigo, uma namorada,
aprende-se a valorizar a solidão. Em excursão, não. Turmas se protegem,
não desfazem vínculos, e viajar requer liberdade para arriscar.

Viajando você come bacon no café da manhã, usa gravata para jantar,
passeia na chuva, vai ao super de bicicleta, faz confidências a quem
nunca viu antes. Viajando você dorme na grama, usa banheiro público,
come carne de cobra, anda em lombo de burro, costura os próprios botões.
Viajando você erra na pronúncia, usa colar de conchas, troca horários,
dirige do lado direito do carro. Viajando você é reinventado.

É impactante ver a Torre Eiffel de pertinho, os prédios de Manhattan, o
lago Como, o Pelourinho. Mas ver não é só o que interessa numa viagem.
Sair de casa é a oportunidade de sermos estrangeiros e independentes, e
essa é a chave para aniquilar tabus. A maioria de nossos medos são
herdados. Viajando é que descobrimos nossa coragem e atrevimento, nosso
instinto de sobrevivência e conhecimento. Viajar minimiza preconceitos.
Viajantes não têm endereço, partido político ou classe social.
São aventureiros em tempo integral. Viaja-se mais no Brasil, dizem as
reportagens. Espero que sim. Mas que cada turista saiba espiar também
as próprias reações diante do novo, do inesperado, de tudo o que não
estava programado. O que a gente é, de verdade, nunca é revelado nas
fotos.


Viagem, aí vou eu!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

só

algumas vezes quero chorar e fugir de mim.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Viagens




coisas que ficam X coisas que passam

sexta-feira, 25 de julho de 2008

I love my daughter

No sun will shine in my day today
[No sun will shine]
The high yellow moon won't come out to play
[Won't come out to play]
Darkness has covered my light [and has changed]
And has changed my day into night