sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Olhos de jabuticaba


Que coisinha mais linda!
Quanta tristeza e beleza neste olhar.
Não aguentei e tive que postar aqui.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O passado

"O passado é um lugar bonito para visitar de vez em quando. Não para morar. O tempo tem sua mágica. Não se vive uma vida de ontens."

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A lua e suas intenções

Algumas coisas não entram na minha cabeça.
Esse pensamento machista de que o homem tem necessidades sexuais diferentes da mulher é um dos papos que, verdadeiramente, me irritam - além de reafirmar que os seres de Marte não entendem mesmo de mulheres.
É inegável que nós, seres de Vênus, também sentimos falta de sexo. Muita, por sinal.
A diferença é que algumas mulheres costumam não declarar isto, ainda mais para os gaviões do sexo oposto, que sempre interpretam como um convite ou insinuação da nossa parte.
Deve ser por isso que eu sempre fui muito clara em relação a isso, inclusive com meus amigos. Eu penso como um homem e tenho desejos da mesma forma que eles. E isso não me torna mais ou menos fácil ou “galinha”.
E é justamente sobre esses desejos que eu gostaria de falar hoje. Lua cheia, sabem como é...
Sempre acreditei na influência direta da Lua sobre mim, tanto nos meus desejos quanto no meu humor. Venho observando essas épocas de maneira peculiar e associando ao meu comportamento, pensamentos e vontades.
A única conclusão que eu chego é que Lua cheia mexe mesmo comigo. Profundamente.
E Lua cheia + lambreta não é a melhor combinação. Definitivamente.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Indefinições e crises

Quem me conhece sabe o quanto as indefinições me abalam.
Tenho necessidade de sempre saber o que está acontecendo e como as coisas vão seguir na minha vida, ou pelo menos acreditar que tenho este controle.
Essa crise mundial está abalando as minhas certezas também.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Parabéns, mini-mim!



Ia dar continuidade ao conto do post passado nas próximas postagens, mas tive que interromper este projeto em caráter extraordinário para parabenizar Tais, a mini-mim.

Apesar de me abusar, só imitar meus erros, e aprender o que eu odeio em mim - me obrigando a vê-los nela o tempo todo, eu a amo.

Sim, disse que não ia sentir falta e bla bla bla, mas tô morrendo de saudade!!!
Essas viagens valorizarão nossa relação, tenho plena certeza disso.

Tai, não tem muito o que dizer. Estou aqui na torcida, sempre e te amo demais.

Abaixo, o link do vídeo dela pulando de bungy jump na Nova Zelândia (até nisso você me imita, hein menina?).

http://www.youtube.com/watch?v=1ZUb-zJA9rE

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Conto - Razão e emoção: a eterna dúvida


Ficou rolando na cama durante duas horas pensando na resposta àquele e-mail que recebera dela. Aquelas palavras doces jamais eram esperadas daquele indivíduo rude e egoísta ao extremo. Talvez por isso mexessem tanto com ele, deixando-o com insônia há duas noites.
Haviam namorado algum tempo, mas o relacionamento terminara por conta da falta de sintonia do casal. Enquanto ela era totalmente independente e egoísta, ele sempre procurava se adequar aos horários da amada. Essa preocupação se dava por conta dele trabalhar demais e estar sempre exausto durante a semana, o que muitas vezes impossibilitava os encontros amorosos dos dois. Acontece que nos finais-de-semana não sentia fazer parte das prioridades da amada, havendo sempre planos ou programas com os amigos que os impossibilitavam estar juntos por mais tempo.
Se, por um lado, não queria voltar àquela relação maluca que viviam, não podia abstrair que o coração que batia mais rápido a cada encontro casual com a ex e que o e-mail mexeu realmente com suas certezas. A razão travou uma briga acirrada com a emoção e a cabeça do coitado dava voltas e mais voltas em torno de uma decisão.
No final, a razão venceu o embate e ele optou por não responder. Sumir, desaparecer. Dar um tempo a si mesmo, conhecer novos lugares, até mesmo novas pessoas. Mesmo sem a certeza de ter tomado a decisão correta, seguiu sua vida. Até mesmo porque é homem, sabe que lidaria mais facilmente com essa questão sendo uma decisão sua.
A possibilidade de pagar para ver e correr o risco de receber um pé na bunda futuramente realmente não o agradava. Além disso, os amigos o estavam apoiando na decisão e o verão estava chegando... Muita coisa estava para acontecer ainda, ele tinha essa consciência.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Jogos e tropeços

Engraçados esses jogos de amor... Como as pessoas se envolvem nessas capas e as vestem com tanto gosto...
Conversando com uma amiga sobre homens e me mostrando indignada com as pisadas de bola de um amigo, ela me disse as seguintes palavras:
-É isso mesmo amiga, vivendo e aprendendo a jogar.

Me pergunto de onde vem essa necessidade do jogo. Sempre fui contra, procuro sempre ser fiel a mim mesma.
Meu jogo é o da verdade, o jogo da minha verdade.
Talvez, no meu caso, azar no jogo signifique azar no amor.


Pelo menos, por enquanto.